SEMANA MUNDIAL DA IMUNIZAÇÃO

Você + Saudável

A Semana Mundial da Imunização é uma campanha promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças graves e potencialmente fatais.

No ano de 2026, será realizada entre os dias 24 e 30 de abril, com ênfase em aumentar a proteção global contra doenças e erradicar 30 doenças transmissíveis até 2030. 

Neste ano, inclusive, tratamos de um assunto muito pertinente e delicado: o movimento antivacina. Combater discursos antivacinas é fundamental para proteger a saúde individual e coletiva. 

Informações falsas ou distorcidas sobre vacinas podem gerar medo, insegurança e queda na cobertura vacinal, aumentando o risco de surtos de doenças que já estavam controladas.

A Organização Mundial da Saúde reconhece a desinformação como um dos grandes desafios para os programas de imunização, pois ela compromete a confiança da população nas vacinas – que são seguras, eficazes e amplamente testadas.

IMPORTÂNCIA DA SEMANA DA IMUNIZAÇÃO

Prevenção de doenças graves e evitáveis – Vacinas protegem contra infecções como sarampo, poliomielite, gripe e hepatites.

Fortalecimento da imunidade coletiva – Quanto mais pessoas vacinadas, menor a circulação de vírus e bactérias na comunidade, protegendo também quem não pode se vacinar, como bebês e pessoas imunocomprometidas.

Combate à desinformação – A campanha divulga informações confiáveis sobre vacinas, ajudando a reduzir o impacto de notícias falsas e discursos antivacinas.

Incentivo à atualização do cartão de vacinas – Lembra a população de manter o calendário vacinal em dia, prevenindo complicações e surtos.

Promoção da saúde global – Fortalece programas de imunização em todo o mundo, contribuindo para o controle e eliminação de doenças.

As vacinas são uma das ferramentas mais eficazes de saúde pública, capazes de prevenir doenças graves, reduzir hospitalizações e salvar vidas. Quando a população se imuniza, não apenas o indivíduo está protegido, mas também toda a comunidade – um conceito chamado imunidade coletiva.

Quando temos eficácia na imunidade coletiva, podemos evitar problemas como surtos e epidemias de doenças (como recentemente controlamos a pandemia de COVID-19), proteger grupos vulneráveis, erradicar doenças que antes eram letais e, também, fortalecer a confiança na ciência e saúde pública. 

Além disso, a vacinação também é um grande investimento para o orçamento de saúde. Quando evitadas, doenças e seus tratamentos deixam de ser tão custosos, dando a oportunidade de realocarmos investimentos para doenças que ainda são graves e não tem prevenção direta associada.

CALENDÁRIO DE IMUNIZAÇÃO DO SUS

Cada país, ou conjunto político, possui uma organização em saúde de acordo com sua população, ambiente, cultura e incidência de doenças na região. Não é diferente com o Brasil. 

Através do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Nacional de Imunização (PNI), temos estabelecido um calendário de saúde que contempla desde os primeiros momentos de vida, até a continuidade do envelhecimento, uma sequência de vacinas disponibilizadas gratuitamente para que consigamos nos proteger de doenças graves.

Entre as vacinas contempladas, estão a BCG (tuberculose), hepatite B, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, Hib e hepatite B), poliomielite, rotavírus, pneumocócica, meningocócica, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), HPV, influenza, COVID-19 e reforços de dT/dTpa. Gestantes recebem vacinas específicas, como dTpa e influenza, para proteger mães e bebês.

A vacinação é uma das ferramentas mais seguras e eficazes para proteger a saúde de toda a comunidade. Manter o calendário vacinal em dia não apenas previne doenças graves, mas também fortalece a imunidade coletiva, salvando vidas e garantindo mais qualidade de vida para todos. Vacinar-se é um ato de cuidado consigo mesmo e com quem está ao seu redor.

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