Durante muito tempo, acreditava-se que oferecer um plano de saúde corporativo era suficiente para atender às demandas de saúde dos colaboradores. A lógica era simples: diante de uma questão de saúde, o funcionário acionava o convênio médico e o assunto estaria resolvido.
Contudo, esse pensamento passou a ser financeiramente insustentável ao longo do tempo. Atualmente, as empresas buscam eficiência operacional, previsibilidade de custos e sabem que é preciso ir além da contratação de um benefício investindo em gestão de saúde corporativa.
Neste artigo, você entenderá por que a gestão de saúde impacta diretamente o resultado financeiro das empresas e como a tecnologia tem sido uma aliada estratégica do RH nesse processo.
Boa leitura!
Qual a importância da gestão da saúde corporativa?
A gestão de saúde corporativa é pensada para prevenir prejuízos, uma vez que foca na redução de danos.
Quando a empresa atua de forma reativa, ou seja, somente após o surgimento de doenças ou afastamentos em série, os impactos negativos aparecem em diferentes frentes, como:
– Queda de produtividade;
– Afastamentos prolongados;
– Aumento do absenteísmo;
– Elevação dos custos assistenciais;
– Pressão sobre o reajuste do plano de saúde empresarial.
Exemplo de situação
Um colaborador da área administrativa atua na mesma função há anos e passou a sentir dores constantes nos punhos. Sem ações preventivas e de bem-estar, o problema evoluiu para uma lesão por esforço repetitivo (LER), exigindo o afastamento médico para realização de tratamento.
Além de afetar diretamente o colaborador, a empresa também enfrenta:
– Perda temporária de mão de obra qualificada;
– Custos com a substituição ou redistribuição das tarefas;
– Aumento da utilização do plano de saúde;
– Risco de elevação da sinistralidade.
A maior parte desses impactos seria evitada ou reduzida com iniciativas estruturadas de gestão em saúde.
Os benefícios da gestão preventiva
Empresas que investem em gestão de saúde conseguem atuar de forma antecipada, identificando riscos antes deles se transformarem em ocorrências.
Entre as principais frentes de atuação estão:
– Programas de prevenção primária;
– Incentivo a hábitos saudáveis;
– Avaliação ergonômica do ambiente de trabalho;
– Ações voltadas à saúde mental e bem-estar;
– Orientação sobre o uso consciente do plano de saúde.
Essas iniciativas melhoram a qualidade de vida dos colaboradores e afetam positivamente o controle de custos.
Como a tecnologia pode ser aliada ao RH para otimizar a gestão em saúde?
Sistemas de gestão de saúde podem transformar a tecnologia em uma excelente aliada dos setores de RH e DP. Além desonera-los de atividades que muitas vezes acabam sobrecarregando o departamento, permite que os colaboradores fiquem focados em questões estratégicas.
Mas esse não é a única vantagem obtida por quem recorre a esse auxílio. Listamos outras soluções presentes nesse tipo de serviço.
Gestão de riscos
O monitoramento dos riscos é um passo essencial para que a estratégia em gestão de saúde cumpra seu objetivo e, de certa forma, serve como base para todas as etapas seguintes. O acompanhamento dos riscos passa por compreender se o ambiente de trabalho é insalubre, se o clima organizacional é saudável e sobre como anda o índice de faltas e afastamentos causados por problemas de saúde.
Se esse nível estiver alto, significa que alguns desses pontos não estejam de acordo com as práticas recomendáveis, o que será identificado pela gestão de risco e permitirá que soluções para isso sejam encontradas.
Comitê de saúde
A função de um comitê de saúde é traçar um plano de ação sobre o assunto e estabelecer quais são as metas e objetivos para a empresa nesse quesito tanto em curto, quanto em médio e longo prazos.
Normalmente, esse grupo é composto por funcionários ativos da empresa, representantes da operadora do plano de saúde e consultores, caso a gestão desse setor seja responsável por uma empresa contratada. Além disso, uma equipe multidisciplinar pode prestar assistência ao comitê.
O comitê atua para colocar em prática atitudes que buscam melhorar a saúde e a qualidade de vida dos colaboradores, por meio de alguma das coisas já foram citadas anteriormente neste artigo, o que ajuda na redução das despesas da empresa com saúde.
Além disso, um comitê colabora na escolha de um plano de saúde com o perfil alinhado com as necessidades da empresa, já que é comum que planos que ou não contemplem aquilo que elas precisam ou estejam além do que efetivamente é utilizado.
Análise de sinistralidade
Toda vez que um colaborador aciona o plano de saúde e utiliza seus serviços é registrado um sinistro. Assim, a análise de sinistralidade envolve o cálculo entre os gastos causados pelos sinistros e o valor pago às seguradoras.
Se esse balanço estiver desequilibrado (com gastos muito altos), é bem provável que um aumento no preço do benefício será necessário. Por isso, esse índice deve ser controlado pela empresa, para que a despesa com esse serviço não prejudique as contas do negócio.
Diante dos benefícios usufruídos por quem conta com um sistema de gestão de saúde, procurar por uma empresa que ofereça essas soluções é essencial para melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, reduzir os custos com plano de saúde e aumentar a produtividade.
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