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Como a gestão efetiva das doenças crônicas beneficia a saúde dos seu colaboradores?

9 de setembro de 2019

As doenças crônicas estão cada dia mais presentes em nosso cotidiano. Quem não conhece alguém que seja diabético, hipertenso ou esteja em alerta sobre os níveis de colesterol? É importante considerar que essas pessoas representam uma parcela considerável da população e, portanto, devem ser levadas em conta em programas de saúde pública.

Essas doenças podem se manifestar a qualquer época da vida e provêm, muitas vezes, de fatores que fogem do nosso controle, como estresse, má alimentação, sedentarismo e genética. Entretanto, uma conscientização a esses pacientes pode impactar em hábitos que fazem toda a diferença no controle da doença. O trabalho preventivo também é fundamental.

Quer entender a importância de realizar um trabalho direcionado a essas pessoas? Então continue a leitura e entenda melhor como funciona essa proposta.

Afinal, o que é gestão de crônicos?

Trata-se de um programa que pretende dar atenção à saúde de portadores de doenças crônicas, com atividades podem vir em forma de exames periódicos, conscientização e promoção de ações preventivas que visam diminuir, a longo prazo, a incidência de tais problemas tão nocivos à saúde.

Como funciona o programa de gestão de crônicos?

Uma equipe multiprofissional especializada oferece treinamento ao paciente e sua família quanto às ações necessárias para o controle do quadro de saúde. Na maioria dos casos, o uso adequado dos medicamentos prescritos, a incorporação de atividade física à rotina e uma mudança de hábitos alimentares são o suficiente para uma melhora, tanto nos resultados de exames quanto na qualidade de vida.

Quais são as doenças crônicas presentes no programa?

Pode ser que você esteja querendo saber quais doenças podem ser consideradas crônicas e, consequentemente, contempladas no programa. Entre as principais doenças crônicas que mais incidem hoje, podemos citar a diabetes, os níveis elevados de colesterol, a hipertensão, as cardiopatias, o câncer, a asma (e outros problemas respiratórios) e os distúrbios da tireoide.

Trata-se de doenças que não têm cura, mas que podem ser controladas a partir de medicamentos e ações preventivas, de modo que não influenciem na qualidade e na expectativa de vida de seus portadores. O grande problema é quando esse controle não acontece de maneira adequada. Daí a importância de um programa de gestão.

Quais cuidados devemos tomar ao adotar esse programa?

É inegável que o programa de gestão de crônicos é importantíssimo do ponto de vista médico. Entretanto, é necessário tomar alguns cuidados ao implantá-lo, já que a saúde do paciente está sendo praticamente confiada à equipe responsável. Portanto, a consciência dessa responsabilidade precisa prevalecer.

Além disso, caso a conscientização não seja efetiva, o paciente pode considerar que tudo isso não passa de enganação. Em ambos os casos, a escolha da equipe pode influenciar fortemente nos resultados. O ideal é que o contratante conheça o programa antes de implantá-lo, de fato.

Como se pôde ver, os crônicos não controlados representam um grupo de alto risco de complicações e menor expectativa de vida. Por essa razão, devem ser levados em conta e colocados como público-alvo de ações que fazem toda a diferença nesses fatores.

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